terça-feira, 24 de abril de 2007

A Super-memória de Pedro de Ravena




Nos séculos passados o cultivo de uma boa memória era algo socialmente indispensável. Isso levou o homem à produção de diversos tratados sobre diferentes metodologias que visavam descrever e aperfeiçoar a memória humana. Dentre estas metodologias utilizadas para aperfeiçoar a memória, existiam técnicas tidas como naturais e artificiais; e dentre as artificiais existiam duas destas técnicas, ou metodologias, que eram as mais conhecidas: a utilização de determinadas drogas, e a arte da memória.


A utilização de determinadas drogas para ampliação da memória sempre foi muito criticada. O filósofo Raimundo Lúlio, por exemplo, que foi um dos grandes teóricos a falar sobre a memória, dizia que achava extremamente perigoso esta utilização de drogas para estimulo da memória, pois isto insultava o corpo humano, era capaz de secar o cérebro, capaz de levar a pessoa à loucura, e que também desagradava a Deus.


A outra forma artificial de se aperfeiçoar a memória era conhecida como ars memoriae - a arte da memória. A invenção da Arte da memória é atribuída aos gregos. No entanto, supõe-se que deva ter existido algo semelhante também no Egito, na China e na Índia. No mundo ocidental esta arte possuiu uma enorme repercussão na era medieval, vindo a quase desaparecer na renascença.


Pedro de Ravena foi outro dos grandes teóricos que discutiu e aprofundou os conceitos desta arte da memória. E é sobre a vida deste célebre autor que pretendemos tratar no transcorrer deste artigo.


PEDRO DE RAVENA E A ARTE DA MEMÓRIA

Pedro com apenas 20 anos, havia demonstrado frente a seu mestre de jurisprudência da universidade de Pávia, Alessandro Tartagni, ser capaz de recitar de memória totum codicem iuris civilis (o código civil completo), texto e até mesmo o número das páginas, e de repetir palavra por palavra as próprias lições de Alessandro. Anos mais tarde, em Pádua, havia impressionado o colégio de canônicos regulares ao recitar de memória algumas prédicas que havia escutado uma única vez. Assim foi que Pedro de Ravena iniciou sua notável carreira, vindo a tornar-se um dos mais conhecidos memoriões da história.

Pedro de Ravena foi professor de direito em Bolonha, Ferrara, Pávia, Pístola e Pádua. Ele contribuiu sem dúvida alguma a difundir o interesse pela ars memorativa em toda a Itália. A notoriedade deste personagem terá notáveis conseqüências. Em 1941 ele publica pela primeira vez o seu tratado de memória artificial: Phoenix seu artificiosa memória, obra que terá grandessíssima ressonância, e que influenciará nas obras de futuros grandes autores, como por exemplo, Giordano Bruno. A difusão desse seu escrito, publicado a primeira vez em Veneza, reeditado depois em Viena, Vicenza e Colônia, traduzido ao inglês (por volta da metade do século XVI) de uma edição anterior em francês, basta por si mesmo para mostrar o interesse que despertava a memória artificial em ambientes no solo italiano dos fins do século XVI e a primeira década de XVII. Pedro de Ravena exercerá uma amplíssima influencia na posterior produção de mnemotecnia, uma vez que todos os teóricos Italianos e Alemães dos séculos XVI e XVII se referirão a ele como sendo um excelso mestre nesta arte.

A pequena obra de Ravena se constrói de acordo com os conhecidos esquemas da tradição ciceroniana. Esta tradição da arte da memória tinha como um de seus livros básicos e fundamentais a obra Rethorica ad herennium. No entanto, convém observar que a autoria desta obra é atribuída a Cícero, mas cujo autor verdadeiro seria na verdade desconhecido.

A arte da memória consistia basicamente em fixar na imaginação um ambiente composto de uma série de lugares, para que posteriormente se pudesse distribuir por todos esses lugares diversas imagens referentes a tudo aquilo que se fosse lendo ou ouvindo. Depois, bastaria repassar mentalmente aqueles lugares por sua ordem, para fim de resgatar a lembrança das coisas que neles foram colocadas. Por fim, restaria apenas “decodificar” as imagens, transformá-las novamente em palavras ou sons.

A arte da memória era na verdade uma espécie de escritura mental, em que esses ambientes possuíam a mesma utilidade de uma folha de papel, e os demais lugares presentes neste ambiente: cômodos, estátuas, portas, mobílias, etc. eram como se fossem as pautas desta folha, nas quais, as imagens posteriormente adicionadas corresponderiam às letras, palavras ou frases.Para se poder usufruir desta técnica era necessário primeiramente definir ou preparar estes ambientes, os quais poderiam ser reais – algum lugar que a pessoa visitou e que lembra detalhadamente de memória - ou então, simplesmente inventados. E quanto a isso Pedro de Ravena afirmava que podia dispor de mais de 100.000 lugares (ou ambientes), os quais havia construído para dar conta de qualquer conhecimento referente ao direito e as sagradas escrituras. Dizia ele que toda vez que visitava uma nova cidade não deixava de construir novos lugares para a sua memória.

No que diz respeito às regras que se referem à busca de lugares, Pedro pôs sua atenção na função que exercem as imagens, as quais, segundo suas prescrições, para serem verdadeiramente eficazes devem ser verdadeiros “excitantes” para a imaginação:

“Normalmente coloco nos lugares jovens charmosíssimas as quais excitam muito minha memória... E acreditem-me: se me sirvo de jovens belíssimas como imagens, me ocorre que repito essas noções que havia fixado na memória com maior facilidade e regularidade. Revelarei-te agora um segredo muito útil para a memória artificial, um segredo que por pudor calei-me durante muito tempo. Se desejas recordar rápido, coloca virgens belíssimas nos lugares; de fato, a memória se excita de forma maravilhosa com a utilização das jovens... Este preceito não funcionará para aqueles que odeiam e depreciam as mulheres, os quais terão maior dificuldade em obter os frutos desta arte. Perdoem-me os homens castos e religiosos; tinha a obrigação de não calar uma regra que me tem concedido elogios e prestígio nesta arte, além do mais, também desejo com todas minhas forças deixar excelentes sucessores ”.

Uma característica marcante deste personagem será o seu empenho referente a sua autopropaganda, seu desejo manifesto de despertar admiração no ânimo de seus leitores. Em várias ocasiões, ele não deixa de falar sobre sua prodigiosa habilidade:

"A universidade de Pádua é meu testemunho: todos os dias eu sem necessidade de nenhum livro leciono minhas lições de direito canônico, exatamente como se as tivesse frente a meus olhos; recordo de memória o texto e as páginas e não omito a mais insignificante sílaba... Tenho posto 20.000 passagens de direito canônico e civil em 19 letras do alfabeto, e, na mesma ordem, também 7.000 passagens de livros sagrados, 1.000 poesias de Ovídio... 200 sentenças de Cícero, 300 ditos de filósofos, a maior parte da obra de Valério Máximo".


No prefácio de seu livro Phoenix seu artificiosa memória, podemos encontrar diversos relatos de Pedro de Ravena sobre alguns episódios de sua vida:

"Ensinei em Bolonha, Pavía e Ferrara, e meus ouvintes têm aprendido muitas coisas sobre memória, e ainda que minha memória artificial esteja comprovada pela autoridade de outros, não creio pecar se neste livro se lêem fatos meus que o provem admiravelmente. Quando era eu estudante de direito, que ainda não tinha cumprido vinte anos, disse na universidade de Pádua que podia recitar todo o Código Civil, pedi que me propusessem leis a capricho dos assistentes, e propostas me foram feitas, disse-lhes os sumários de Bártolo, recitei-lhes certas palavras do texto, expus-lhes o caso, as observações dos doutores as fui examinando, disse-lhes quantas páginas tinha aquela lei e lhes recordei sobre que palavras versavam, recitei-os de forma contrária e os resolvi. Os presentes pareciam ter visto um milagre; Alessandro de Imola ficou pasmado por longo momento, nem é fábula o que conto, que falava eu em público na universidade de Pádua, e se o dito de dois ou três testemunhas confirma um acerto, três tenho eu destas coisas, a saber, ao magnífico senhor Juan Francisco Pasqualico, senador veneziano e doutor excelentíssimo em ambos direitos, e agora legado ante o ilustríssimo duque de Milão; ao claríssimo doutor Sigismondo dei Capi, nobre cidadão de Pádua, cujo advogado era o mencionado Francisco, de agudíssimo talento; ao respeitável senhor Monaldino de Monaldini, residente em Veneza, varão em quem habita toda virtude.

As copiosíssimas lições que nos dava em Pádua Alessandro de Imola, retinha-las eu na memória, e se as punha por escrito, palavra por palavra, assim que as acabava, com grande cópia de ouvintes a quem também as recitava desde o princípio, e às vezes em sua escola, ouvida a lição, punha-a eu em verso, parte por parte, e em seguida as recitava, e se pasmavam quem isto viam; disto ponho por testemunha ao ilustre cavalheiro, doutor dom Sigismondo dei Capi dei Lista, e ao filho de Alessandro de Imola, atualmente celebérrimo jurisconsulto.

Ao religiosíssimo frade Miguel, de Milão, que ao amadurecimento pregava em Pádua, repeti-lhe de cor e prontamente as cento e quarenta e cinco autoridades que acabavam de abordar em prova da imortalidade da alma, e ele, abraçando-me, disse-me: vive longos anos, jóia única, que oxalá te visse entregar-te à religião. Testemunha foi toda a cidade de Pádua, mas eu ponho por tal ao magnífico senhor Juan Francisco Pasqualico e a dom Sigismondo dei Capi e a dom Monaldino de Monaldini. Já formado doutor na Universidade de Pádua, na cátedra pedi que algum dos ouvintes me desse o volume que quisesse de um dos três do Digesto e escolhesse o lugar sobre o que eu deveria dissertar, pois lhes tinha dito que sobre qualquer passagem que se me propusesse alegaria eu inumeráveis leis. Testemunhas o claríssimo doutor em ambos direitos dom Gaspar Arsato, que ensina em Pádua direito canônico e o doctíssimo dom Próspero de Cremona, residente em Pádua [...]

Jogava eu uma ocasião o xadrez e conforme se moviam às peças alguém ia anotando todas as jogadas, enquanto ditava eu ao mesmo tempo duas cartas sobre temas que se me tinham dado. Quando terminamos, disse-lhes todos os movimentos que se tinham feito na partida e, palavra por palavra, aquelas duas cartas, quatro séries de coisas, pois, simultâneas. Sejam-me testemunhas dom Pedro de Montagnano e Francisco Nevolino, nobres cidadãos de Pádua.

Estando em Placencia, entrei a ver o mosteiro dos monges negros, e passeando em companhia de um monge, observei duas vezes os nomes dos monges escritos nas portas das celas; e ao vê-los depois a eles congregados o fiz chamando a todos por seu nome, bem que não pudesse assinalar a nenhum dos nomeados. Admiraram-se os monges de que um forasteiro soubesse todos seus nomes, e não saindo eles de seu pasmo, disse-lhes: - Isto pode minha memória artificial. Um deles replicou: - Logo este é Pedro de Ravena, uma vez que nenhum outro haveria podido fazê-lo.

No capítulo geral dos canônicos regulares de Pádua, repeti o sermão de Adeodato Vincentini, diante dele mesmo, pela ordem com que ele o tinha pronunciado. Alguma vez me atraiu a sua contemplação Cassandra, excelentíssima donzela veneziana, e numa ocasião em que leu ante mim algumas cartas que a sereníssima esposa do rei Fernando lhe tinha mandado, memorizei-as e se as recitei; testemunha é disso a mesma doctíssima donzela; dom Pablo Raimusio, excelente doutor de Rímini e o ilustre senhor Angel Salernitano. De minha memória artificial é testemunha o ilustríssimo marquês Bonifácio e seu bellíssima esposa, que me fez uma enorme cortesia; testemunha é o ilustríssimo duque Hércules e sua ilustríssima esposa Leonor; testemunha toda Ferrara, pois que recitei dois sermões do celebérrimo pregador da palavra de Deus, Mariano o ermitão, ouvindo os quais ficou pasmado o douto maestro e disse:

"Ilustríssima duquesa, isto é obra divina e milagrosa"; testemunha a Universidade de Pádua, pois que todos os dias dou minhas lições de direito canônico, sempre sem livro, como se o tivesse ante os olhos, pronunciando texto e páginas de cor sem omitir uma sílaba, ao que parece. Gravei em minha memória, colocados por dezenove letras do alfabeto, vinte mil lugares de alegados de ambos direitos, pela mesma ordem, sete mil dos Sagrados Livros, mil versos de Ovídio, que encerram as coisas que sabiamente disse, duzentas autoridades de Cícero, trezentos ditos de filósofos, grande parte de Valério Máximo, estudos sobre a natureza de quase todos os animais, bípedes e quadrúpedes, palavra por palavra; e quando quero experimentar o poder da memória artificial, peço que me proponham uma daquelas letras do alfabeto, e proposta, começa sobre ela meus alegados, e para que claramente os entendas, tenho aqui um exemplo; se me propõe agora a letra A, em grande participação de doutos varões, e para começar com o direito, pronunciarei em seguida mil e mais alegados sobre alimentos, alienação, ausência, árbitros, apelações e restantes temas semelhantes de nosso direito que começam com dita letra A; depois, na Sagrada Escritura, do Anticristo, da adulação, e tantos outros temas que nela começam pela dita letra, nem omitirei poemas de Ovídio, autoridades de Cícero e de Valério, sobre o asno, o águia, o cordeiro [agnus], o gavião [accipitre], o javali [aper], o carneiro [áries]; e tudo poderei dizer de novo de trás para frente [...]".


A grandíssima fama de que gozava esta singular figura como Jurista na Itália e Europa, estava baseada tanto em seus indiscutíveis conhecimentos jurídicos, como no fato de que este se apresentava como a demonstração viva da validez de uma arte em que estavam postas as esperanças e aspirações de muitos".

Na primeira edição impressa de sua obra Phoenix seu artificiosa memória em 1491, Pedro de Ravena precedia o texto com algumas cartas de privilégio escritas pelo município de Pistola (12 de setembro 1480); por Bonifácio, marquês de Monferrato (24 de setembro de 1488) e por Leonor de Aragão, duquesa de Ferrara (10 de outubro de 1491). Ao acompanharmos uma dessas cartas, podemos adquirir uma breve noção do amplo prestigio que Pedro de Ravena dispunha em tal época:

"Leonor de Aragão, duquesa de Ferrara, etc. Porque Deus, doador imortal de todos os bens, quis concedê-lo ao gênero humano, desde a constituição do mundo até esta época, surgiram na órbita da terra numerosos excelentes varões, entre as quais temos, agora, ao distinto e condecorado militar, insigne jurisconsulto em ambos direitos, Pedro Tomás de Ravena, portador destas nossas letras, quem, além de outras qualidades de corpo e ânimo, destaca-se de tal modo por todo gênero de doutrina e por sua tenacíssima memória, que não só não parece ter quem o supere, senão nem sequer quem o iguale. E de que o comprovou com fatos muito recentemente, não somos testemunhas somente nós, senão toda nossa cidade. Daí que, com singular admiração e distinto afeto, tenhamo-lo recebido, com preferência a outros, entre nossos familiares e amigos. Pelo qual rogamos e suplicamos de todo coração a quaisquer sereníssimos reis, ilustres príncipes, excelentes repúblicas e quaisquer outros senhores, pais, amigos e pessoas que bem nos queiram, que por amor nosso, e mais do que nada em atendimento a aos merecimentos e virtudes tão grandes do portador, quantas vezes o dito dom Pedro se apresentar com seus criados e cavalos até em número de oito, com seus haveres e caixas, panos e vestidos, livros e louça de prata e quaisquer efeitos seus ou armas, dêem-lhe franco passe e o tenham por amplíssissimamente recomendado, e se sirvam de provê-lo da escolta conveniente, quando tiver necessidade e ele o pedir, libérrima e prontíssimamente, sem impor-lhe empecilho algum nem outro bloqueio qualquer, em suas cidades, praças, vilarejos, e demais lugares. Do qual receberemos muito contente e ficaremos agradecidos, dispostos como estamos em grande maneira a favorecer-lo quanto seja possível.

Mandamos, além disso, a todos e cada um dos magistrados de nossos lugares, e assinaladamente aos guardiões dos portos, e a todos nossos demais súbditos, que observem e façam observar inviolavelmente em nossos lugares e terras a cada uma das coisas sobreditas, sob pena de incorrer em nossa indignação e de qualquer outra mais grave do que segundo nosso arbítrio se lhe dever impor: para efeito e fé do qual mandamos fazer estas nossas letras patentes, registradas e autorizadas com nosso selo maior. Dado em Ferrara, em nosso palácio ducal, ano da Natividade do Senhor de 1491, indicação nona, a dez dias do mês de outubro. Severio".


Leonor de Aragão convidava toda a cidade de Ferrara para que fosse testemunha da prodigiosa memória deste Raveniano. Bonifácio Del Monferrato, depois de comprovar a extraordinária virtude de Pedro de Ravena, o recomendava efusivamente aos reis, aos príncipes, aos “magníficos capitães” e a todos os nobres cidadãos italianos. Destas feitas que o prestigio e a fama de Pedro de Ravena foi sendo disseminado por todas as partes, atingindo as mais diversas localidades do mundo, e fazendo dele mais uma das figuras imortais impressas para sempre na memória da história da humanidade.

***

Para quê seguir cantando das pirâmides, ou da Babilônia, de Júpiter ou do templo soberbo de Hécate e suas encruzilhadas? Já não admiraremos o imenso anfiteatro que coisas assim puderam sempre erigir as riquezas.

Não presuma já, mais exceção, pondo o seu nome as façanhas de todo um exército. Cante a fama a Pedro, que é a nobre glória de Ravena, que mais pode do que a douta Minerva.

Coisa admirável fizeram os deuses, pois, ainda que soe incrível, retém o que quer que seja na memória ao lê-lo uma única vez. O que um orador diz em três horas pode ele, sem mais, repeti-lo.

Parece que deu a luz a quinta das doutas irmãs, pois que lhe concedeu a musa, piedosa, recordar tudo.

Verso do Fray Egidio de Viterbo em honra de Ravena.


REFERÊNCIAS:

Cícero [???]. Ad C. Herennium de Ratione Dicendi Rhetorica ad Herennium, The Loeb Classical Library; Cambridge: Harvard University Press, 1954.
Lull, Ramon. A Book for Improving Your Memory. Manuscripts digitalized by the Ramon Llull Database - Llull DB. Disponível em: http://orbita.bib.ub.es/ramon/velec.asp.
Yates, Frances A. (1966). The Art of Memory. Chicago: University of Chicago Press, 1966.
Rossi, Paolo. Clavis Universalis. México: Fondo de Cultura Econômica, 1989.

Erros de tradução: Diogo

12 comentários:

Alberto Dell'Isola disse...

Diogo, parabéns pelo texto!

Yates (Art of Memory) que se cuide!!!

Abraços!

Adílio disse...

Muito boa mesmo a matéria!

Uma contribuição das melhores!

Luiz disse...

Só há uma palavras sobre este artigo " SENSACIONAL !!! "

Grayce Kelly disse...

Nossa esse Homem é Fantástico! Muito Boa a Matéria..

Luis disse...

Muito bom o artigo. Com o seu permiso, gostaría de ficar na web www.mnemotecnia.es escrito em espanhol.

Diogo de Alcântara disse...

Hola Luis!

También admiré la web indicada! Puede publicarlo allá sí! Sólo no dispongo de tiempo para traducirlo al español. Usted aún hará eso?

Abrazos!

Anônimo disse...

Não achei esta matéria no site www.supermemoria.com.br

Por que não tem lá? Acompanho as noticias SOMENTE LÁ.
Achei este blog sem querer e acompanhar dois lugares acho péssimo.

MeuBox disse...

Gostei da entrevista no Jô.
Gostaria de me aprofundar no assunto.
Um grande abraço ao amigo e à prima.
Artur

MeuBox disse...

Qual seu site principal. Não consigo acesso. Encontrei esse em um site de buscas, melhor não ter sido assim. O que vc informou no programa do Jô, não está abrindo. O que acontece?

M@rC0s disse...

oi tudo bem gostaria de saber como e quais os horarios das aulas oline e onde encontra os download da apostilas dos concurso.
a entrevita no Jô estava otima
vlw

Apreda mais disse...

Não consigo entrar no site oficial. Quando digito aparece o seguinte nome do usário e a senha o que eu fasso me responda rápido por favor.

Apreda mais disse...

não cosigo entrar no site oficial pois ele pede senha eo o meu nome o que devo fazer

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